Incontinência urinária ao tossir, espirrar e rir?

Incontinência urinária ao tossir, espirrar e rir?

A incontinência urinária afeta quatro em cada dez mulheres, um em cada dez homens e 17% das crianças menores de 15 anos. Além disso, 28% dos atletas do sexo masculino e feminino entre 18 e 21 anos experimentam incontinência urinária por estresse.

A perda urinária por estresse é definida como a liberação involuntária de urina durante atividades como tosse, espirro, riso ou esforço físico.

O “Knack” é uma técnica projetada para otimizar a contração do músculo do assoalho pélvico durante a fase carregada de uma atividade. Essas atividades incluem tosse, riso, espirro, corrida e saltos.⁣⁣

Como sabemos, o assoalho pélvico possui três camadas. A primeira camada age na função urinária e sexual. A segunda camada ajuda na função urinária e intestinal. E a terceira camada ajuda na estabilidade lombo-pélvica e suporta os órgãos pélvicos.

⁣⁣A coordenação e ativação dos dois primeiros grupos musculares (primeira e segunda camada), seguidos pelo terceiro grupo muscular, cria o fechamento ótimo da uretra.⁣⁣

E não se esqueça da parede abdominal e dos multífidos. O seu transverso do abdômen e os multífidos atuam como co-contratantes do assoalho pélvico e fornecem suporte, devendo ser ativados durante o “Knack” também.⁣⁣

Como realizar o “Knack” para incontinência urinária:

🔸Em posição sentada, inspire e, ao expirar, puxe o assoalho pélvico para cima e para dentro, puxando o umbigo em direção à coluna. Você deve sentir o assoalho pélvico se elevar ligeiramente da superfície em que está sentada.

🔸Coloque as mãos debaixo de uma mesa e pressione levemente para cima. Esta parte do “Knack” ativa o multífidos e envolve totalmente o transverso do abdômen.⁣⁣

🔸Faça de conta que você está tossindo⁣⁣

🔸Repita 10 vezes⁣⁣

PARA UM DESAFIO ADICIONAL⁣⁣:

🔸Faça em pé⁣⁣

🔸Faça com a bexiga cheia⁣⁣

PARA MAIS SUPORTE⁣⁣:

🔸Coloque uma bola entre as pernas e aperte enquanto tosse⁣

🔸Em vez de tossir, comece com a ação de “limpar a garganta”

Tags:

fisioterapia pélvica,saúde feminina

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